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Mensagem em meu FB há quatro anos 

Das aulas de História do Brasil e do mundo guardamos algumas frases famosas, que acabam caindo no inconsciente coletivo e de vez em quando vêm à tona, nos mais distintos contextos. É o caso do nosso “Independência ou morte” de Pedro I que, segundo alguns historiadores mais realistas, recuperando-se de uma disenteria, às margens do Riacho Ipiranga , subiu em sua montaria e declarou o Brasil independente de Portugal. 

Penso também na pobre Maria Antonieta, tão absolutamente ingênua e alheia à perigosa realidade que a cercava, ao recomendar: “Se não têm pão, que comam brioches”, Dessas falas históricas, a que mais me impressiona é a de Júlio César, não o Júlio César vitorioso do “Vi, vi e venci”, mas o Júlio César traído, ao se dar conta de que o seu fim havia chegado : “Até tu, Brutus?". Brutus era como um filho para Júlio César. Perceber-se traído já é um sentimento terrível, perceber-se traído por um ente querido deve trazer uma imensa dor. Nem sei por que me lembrei do Júlio César e do Brutus hoje. Os laços de família são nosso primeiro e último recurso para enfrentar as agruras da vida. Se esses nos falham, é o desamparo total. A dolorosa frase de Jesus Cristo na cruz é um bom exemplo desse desamparo : “Meu Pai, por que me abandonaste?”

Aviso a quem se interessar que não estou doente, nem melancólica. Felizmente estou muito bem. Estou só prestando uma homenagem à figura de Júlio César que aprecio muito desde minhas leituras , com muitos tropeços no vocabulário, dicionário à mão, das peças históricas de Shakespeare.

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Nasci no remoto ano de 1945, em São Lourenço, encantadora estação de águas no sul de Minas, aonde Manuel Bandeira e outros doentes iam veranear em busca dos bons ares e águas minerais, que lhes pudessem restituir a saúde.

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