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Segundo Laurentino Gomes, 2021, as cidades brasileiras no século XVIII eram : Belém,  São Luís, Olinda e Recife, Salvador;, Rio de Janeiro, São Paulo, Vila Rica, Diamantina, Cuiabá e Trindade .

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Carlos Alberto Torres foi vítima de um ataque cardíaco aos 72 anos nesta terça-feira. Campeão do mundo em 1970 com o Brasil, ele era o capitão do time. Marcou um gol histórico com passe de Pelé na final da Copa contra a Itália (vitória por 4 a 1). Muitos consideram esse o gol mais bonito da história dos Mundiais"

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Discute-se desde a historicidade de Jesus (afinal, fora os livros incorporados ao Novo Testamento, não há nenhum registro de sua presença física), até o seu papel como criador de uma nova religião (quem criou o cristianismo teria sido Paulo, enquanto Jesus teria sido um contestador do poder dos sacerdotes do Templo, nunca um contestador do judaísmo). Estudei um bocado o período e tenho, é claro, algumas ideias próprias a respeito, mas nunca escrevi algo maior a respeito. Afinal, o Brasil precisa de mais leitores. Gente escrevendo, temos muito, como diz um amigo criticando a proliferação de bobagens na internet...
Minha compreensão é que, após o período dos Grandes Profetas, depois do exílio babilônico, tivemos duas linhas monoteístas que se opunham, o judaísmo profético e o mais formal, do Templo. Jesus negava o Templo, mas era um em muitos e não chegou a se celebrizar, razão pela qual não aparece em escritos da época (nem em Flavio Josefo).  Foi Paulo quem o celebrizou, atribuindo-lhe uma série de falas, sobre as quais há várias certezas e muitas dúvidas. Paulo foi habilíssimo, já que "limpou" o judaísmo de práticas que prejudicavam seu crescimento (a história do povo eleito, a circuncisão, etc.). 
São apenas ideias...
Abraço,
Jaime Pinsky
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Pier Paolo Pasolini se colocou como um dos nomes mais importantes das artes italianas no Século XX, mesmo que muitas de suas posições não fossem unanimidades. Seus trabalhos mais famosos são como cineasta, mas também atuou como ator, jornalista, novelista, poeta, filósofo, pintor. E também jogador de futebol nas horas vagas. Nascido em Bologna, Pasolini era um meio-campista talentoso. Costumava usar as peladas para recrutar atores, fazia da bola assunto recorrente em seus textos. Morreu há exatos 40 anos, assassinado supostamente por um amante – embora teorias digam que havia motivações políticas. Foi enterrado com a camisa da seleção nacional de “calcio-attori”, um time que formou para atores disputarem amistosos beneficentes.

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A parte de suas controvérsias, Pasolini era um apaixonado pela poesia da vida. E a observava também no futebol. Na década de 1960, tornou-se um dos críticos mais ferrenhos do catenaccio de Helenio Herrera, bicampeão da Champions com a Internazionale. No entanto, torcedor fanático do Bologna, era aficionado por Giacomo Bulgarelli, meio-campista voluntarioso que usou a braçadeira de capitão na conquista da Serie A em 1964 e também venceu a Euro de 1968 com a Azzurra. “No dia em que conheceu Bulgarelli, ficou pasmo como se estivesse de frente para Jesus”, relembra o ator e amigo Sergio Citti.

Pasolini sustentava ideais apaixonados sobre o esporte. “O futebol é um dos grandes prazeres da vida. Sem ídolos, ele perde sentido. E é preciso amar uma equipe”, dizia. Além disso, prezava muito por um ideal de jogo, crítico do pragmatismo que começava a transformar o futebol no fim de sua vida. Um de seus textos mais famosos versa sobre isso. Em janeiro de 1971, aproximou literatura e bola em artigo do jornal Il Giorno. Comparava prosa e poesia a partir da final da Copa de 1970, entre Brasil e Itália.

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O tetra veio somente em 1994, com Romário, Bebeto, Taffarel e Dunga. Mas na cabeça de todos os brasileiros poderia ter vindo 12 anos antes, na Copa do Mundo de 1982.

Com o mesmo espaço de 12 anos, mas no passado, cracaços como Pelé, Jairzinho, Rivellino e Tostão haviam trazido a taça Jules Rimet em definitivo para o Brasil mostrando um excelente futebol. Mas a equipe formada por Telê Santana em 82 era tão encantadora que é tida por muita gente como a melhor de todos os temos, mesmo tendo sido derrotada.

Quer relembrar a Seleção de 82? Continue lendo, neste post vamos falar sobre a campanha e seu futebol marcante daquela equipe!

Telê Santana e seus comandados: uma equipe que encantou o Brasil e o mundo

Com um elenco repleto de grandes jogadores, a equipe montada por Telê jogava bonito desde antes da Copa do Mundo, sempre de forma ofensiva e envolvente. Os talentos individuais se mostravam em grande fase e a sintonia entre eles era notável. Passes de primeira, de calcanhar, lindos gols em jogadas bem tramadas e classe de sobra até nas roubadas de bola — assim jogava a Seleção de 82.

O futebol da equipe era considerado disparadamente o melhor da época, éramos tão favoritos que mais de 50% das apostas nas casas do ramo estavam em nossa Seleção às vésperas do torneio. A campeã Itália não chegava aos 5%, e dessa diferença se pode compreender a frustração que tomou conta dos amantes do futebol não só aqui no Brasil.

Os craques da Seleção de 82

Com 4 atletas, o São Paulo foi o time com mais jogadores convocados para a Copa do Mundo, seguido por Atlético e Flamengo com 3. Como ainda era raro ver nossos grandes craques irem para o futebol europeu, pela primeira vez foram convocados para uma Copa atletas de times de fora do Brasil.

Time titular

Valdir Peres (São Paulo); Leandro (Flamengo), Oscar (São Paulo), Luizinho (Atlético Mineiro) e Junior (Flamengo); Toninho Cerezo (Atlético Mineiro), Falcão (Roma-ITA), Sócrates (Corinthians) e Zico (Flamengo); Éder Aleixo (Atlético Mineiro) e Serginho Chulapa (São Paulo).

Reservas

Goleiros: Paulo Sérgio (Botafogo) e Carlos (Ponte Preta);

Defensores: Edevaldo (Internacional), Juninho (Ponte Preta), Edinho (Fluminense) e Pedrinho (Vasco da Gama);

Meio-campistas: Paulo Isidoro (Grêmio), Batista (Grêmio) e Renato (São Paulo);

Atacantes: Roberto Dinamite (Vasco da Gama) e Dirceu (Atlético de Madri)

Curiosidade: Além de Telê Santana, também fizeram parte da Copa do Mundo de 1982 outros dois treinadores brasileiros — Tim, comandante da Seleção Peruana, e Carlos Alberto Parreira, técnico da Seleção Kuwaitiana.

A campanha da seleção: do início como favoritos à tragédia do Sarriá

Primeira Fase

Após uma vitória de virada sobre os duros soviéticos, o Brasil passeou na primeira fase. Foram duas goleadas em que os brasileiros desfilaram um excelente futebol, credenciando-se para pegar a Argentina e a Itália no agrupamento da fase seguinte.

Brasil 2 x 1 União Soviética

Brasil 4 x 1 Escócia

Brasil 4 x 0 Nova Zelândia

Segunda Fase

Na primeira partida desta etapa os brasileiros enfrentaram seus maiores rivais, os argentinos, que jogavam a Copa do Mundo como atuais campeões e com Maradona disputando seu primeiro mundial. O jogo foi disputado, como sempre é o clássico sulamericano, mas desta vez a Seleção Brasileira não correu muitos riscos e abriu 3 x 0, para sofrer o gol de honra dos adversários apenas no final.

Bastaria apenas um empate no estádio do Sarriá, em Barcelona, para a Seleção Brasileira se classificar para as semifinais. Por isso, a partida contra aquela equipe italiana, que vinha de uma campanha pífia até então, foi encarada com um inevitável clima de euforia. O Brasil saiu atrás logo aos 5 minutos de jogo, empatou, sofreu o desempate e igualou o placar mais uma vez.

Nunca estivemos à frente, mas ainda assim tivemos em três oportunidades o placar favorável à classificação durante a partida. Até que, após continuar jogando seu futebol ofensivo mesmo com o regulamento a favor, a equipe de Telê sofreu o terceiro gol, o terceiro de Paolo Rossi. Em mais uma bobeada da defesa, o sonho do tetra ia por água abaixo ainda aos 29 minutos do segundo tempo, com o fortíssimo setor defensivo italiano prevalecendo até o final.

Brasil 3 x 1 Argentina

Brasil 2 x 3 Itália

O artilheiro do Brasil na Copa foi Zico, com 4 gols, e o grande goleador do torneio foi o carrasco brasileiro Paolo Rossi, com 6. A Itália ainda venceu a Polônia nas semifinais e superou a Alemanha Ocidental nos pênaltis para ficar com seu terceiro título mundial, à época igualando o Brasil.

A Seleção de 82 marcou época, é até hoje referência de futebol-arte para muitas pessoas ligadas ao esporte e, apesar da enorme frustração, já na volta pra casa a reação dos brasileiros foi bastante positiva. Os grandes jogadores, assim como o técnico Telê Santana, foram recebidos por milhares de pessoas em festa, fato raro de acontecer com uma equipe de futebol derrotada carregando tamanho favoritismo.

 

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Nasci no remoto ano de 1945, em São Lourenço, encantadora estação de águas no sul de Minas, aonde Manuel Bandeira e outros doentes iam veranear em busca dos bons ares e águas minerais, que lhes pudessem restituir a saúde.

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