A Brasília que não lê

Quem são esses brasileiros analfabetos residentes no DF?

Leia Mais

Projeto Leitura

O Projeto Leitura, tem como objetivo vencer um dos maiores desafios encontrados pelos professores e amantes da literatura: Criar o hábito da leitura.

Leia Mais

Projeto LEF

Projeto LEF Confira artigos, trabalhos, Vídeos, Fotos, projetos na seção do Letramento no Ensino Fundamental.

Leia Mais

Blog

Trump evoca um passado sombrio/TITULO

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DATA21/01/2017/DATA HORA02h00/HORA

noindexPRINT:EXCLUDE

Compartilhar587

<div class="buttons"></div>

 

 

 

Mais opções

/PRINT:EXCLUDEnoindex

noindexPRINT:EXCLUDE /PRINT:EXCLUDE/noindex

"Deutschland über alles" (a Alemanha acima de tudo) era a música de fundo do nazismo. É assustador que, 65 anos depois que a Alemanha retirou a estrofe de seu hino nacional, o presidente de uma nação ainda mais poderosa do que qualquer outra reponha esse grito de guerra do nacionalismo.

"America first", gritou Donald John Trump ao assumir a Presidência nesta sexta-feira (20), confirmando o tom agressivo e autoritário de seus discursos de campanha.

É igualmente assustador que Trump tenha elevado o patriotismo a uma espécie de religião, quando o pensador britânico Samuel Johnson (1709/84) já havia dito: "O patriotismo é o último refúgio dos canalhas".

Tudo somado, difícil discordar do mega-investidor George Soros quando ele diz que Trump é um "aprendiz de ditador".

Minha sensação pessoal é a de que Trump jamais concluirá o curso, porque os Estados Unidos têm a maravilhosa tradição de fazer troca de presidente a cada quatro anos (a menos que um deles seja reeleito) desde 1789, como lembrado, de resto, na cerimônia de posse.

Parece inviável, portanto, que uma ditadura seja aceita pelo tal de povo, outra palavra com que o presidente encheu a boca, escandindo as palavras "the real people" - o que todo populista que se preze sempre fez em qualquer país.

O autoritarismo de Trump, em todo o caso, se de fato levado a efeito, se de fato buscar sempre a "America first", pode causar tremendos problemas para a América Latina e para o Brasil, que ninguém se engane.

A Americas Society/Council of the Americas, dedicada às relações Estados Unidos/América Latina, acaba de divulgar preciso levantamento das posições de alguns dos secretários escolhidos por Trump a respeito do subcontinente - região, aliás, que esteve completamente ausente durante a campanha, fora México e Cuba.

O novo US Trade Representative, Robert Lighthizer, responsável por negociações comerciais globais, por exemplo, apontou o Brasil como "o mais consistente violador das leis comerciais norte-americanas". Foi em depoimento ao Senado em 2007, mas parece improvável que tenha mudado de ideia nos 10 anos transcorridos.

Já o secretário de Segurança Interna, o general John Kelly, em depoimentos também ao Senado, cansou-se de expressar preocupação com o envolvimento do grupo libanês Hezbollah, do Irã e de "grupos extremistas islâmicos" em países como Argentina, Brasil, Paraguai e Venezuela.

Não custa lembrar que Trump, no discurso de posse, prometeu erradicar da face da Terra os grupos radicais islâmicos.

Os Estados Unidos têm uma longa e antiga história de intervencionismo em assuntos internos de outros países, em especial da América Latina. Torna-se um pesadelo, pois, imaginar que Trump está ressuscitando um tipo de nacionalismo/patriotismo carregado de autoritarismo, quando parecia sepultado pela vitória do capitalismo na guerra fria.

Falta acrescentar o potencial de conflitos com outros países fora da América Latina, capazes de perturbar seriamente a economia global.

Virão, pois, tempos de emoções fortes. As primeiras são as piores possíveis.

 

 

Livraria da Folha

Categoria pai: Seção - Blog

Trump evoca um passado sombrio/TITULO

 

 

 

/BEGIN TEXTO

 

DATA21/01/2017/DATA HORA02h00/HORA

noindexPRINT:EXCLUDE

Compartilhar587

<div class="buttons"></div>

 

 

 

Mais opções

/PRINT:EXCLUDEnoindex

noindexPRINT:EXCLUDE /PRINT:EXCLUDE/noindex

"Deutschland über alles" (a Alemanha acima de tudo) era a música de fundo do nazismo. É assustador que, 65 anos depois que a Alemanha retirou a estrofe de seu hino nacional, o presidente de uma nação ainda mais poderosa do que qualquer outra reponha esse grito de guerra do nacionalismo.

"America first", gritou Donald John Trump ao assumir a Presidência nesta sexta-feira (20), confirmando o tom agressivo e autoritário de seus discursos de campanha.

É igualmente assustador que Trump tenha elevado o patriotismo a uma espécie de religião, quando o pensador britânico Samuel Johnson (1709/84) já havia dito: "O patriotismo é o último refúgio dos canalhas".

Tudo somado, difícil discordar do mega-investidor George Soros quando ele diz que Trump é um "aprendiz de ditador".

Minha sensação pessoal é a de que Trump jamais concluirá o curso, porque os Estados Unidos têm a maravilhosa tradição de fazer troca de presidente a cada quatro anos (a menos que um deles seja reeleito) desde 1789, como lembrado, de resto, na cerimônia de posse.

Parece inviável, portanto, que uma ditadura seja aceita pelo tal de povo, outra palavra com que o presidente encheu a boca, escandindo as palavras "the real people" - o que todo populista que se preze sempre fez em qualquer país.

O autoritarismo de Trump, em todo o caso, se de fato levado a efeito, se de fato buscar sempre a "America first", pode causar tremendos problemas para a América Latina e para o Brasil, que ninguém se engane.

A Americas Society/Council of the Americas, dedicada às relações Estados Unidos/América Latina, acaba de divulgar preciso levantamento das posições de alguns dos secretários escolhidos por Trump a respeito do subcontinente - região, aliás, que esteve completamente ausente durante a campanha, fora México e Cuba.

O novo US Trade Representative, Robert Lighthizer, responsável por negociações comerciais globais, por exemplo, apontou o Brasil como "o mais consistente violador das leis comerciais norte-americanas". Foi em depoimento ao Senado em 2007, mas parece improvável que tenha mudado de ideia nos 10 anos transcorridos.

Já o secretário de Segurança Interna, o general John Kelly, em depoimentos também ao Senado, cansou-se de expressar preocupação com o envolvimento do grupo libanês Hezbollah, do Irã e de "grupos extremistas islâmicos" em países como Argentina, Brasil, Paraguai e Venezuela.

Não custa lembrar que Trump, no discurso de posse, prometeu erradicar da face da Terra os grupos radicais islâmicos.

Os Estados Unidos têm uma longa e antiga história de intervencionismo em assuntos internos de outros países, em especial da América Latina. Torna-se um pesadelo, pois, imaginar que Trump está ressuscitando um tipo de nacionalismo/patriotismo carregado de autoritarismo, quando parecia sepultado pela vitória do capitalismo na guerra fria.

Falta acrescentar o potencial de conflitos com outros países fora da América Latina, capazes de perturbar seriamente a economia global.

Virão, pois, tempos de emoções fortes. As primeiras são as piores possíveis.

/TEXTO /NOTICIA noindexPRINT:EXCLUDE

 

Livraria da Folha

Categoria pai: Seção - Blog

Só 7% dos alunos atingem aprendizado adequado em matemática

 O percentual de estudantes com aprendizado adequado no Brasil aumentou do ensino fundamental ao ensino médio, de acordo com dados divulgados hoje (18) pelo movimento Todos pela Educação. Persiste, no entanto, um gargalo em matemática, no terceiro ano do ensino médio. Ao deixar a escola, apenas 7,3% dos estudantes atingem níveis satisfatórios de aprendizado. O índice é menor que o da última divulgação, em 2013, quando essa parcela era 9,3%.

Segundo o movimento Todos pela Educação, índice de estudantes com aprendizado adequado aumentou, mas ainda há um gargalo em matemática -

O índice é ainda menor quando consideradas apenas as escolas públicas. Apenas 3,6% têm aprendizado adequado, o que significa que 96,4% não aprendem o esperado na escola. "É algo muito frustrante. A gente não está conseguindo avançar na gestão da política pública educacional", diz a presidente executiva do movimento, Priscila Cruz. "Matemática é uma disciplina cujo aprendizado é muito mais dependente da escola. Se não aprendeu na escola, não aprende na vida. Diferentemente de leitura e interpretação de texto, que é algo que os estudantes acabam praticando fora da escola", acrescenta.

O Brasil não tem, oficialmente, uma definição clara do que deve ser aprendido em cada nível de ensino. O movimento Todos pela Educação estabelece metas para que em 2022, ano do bicentenário da independência do país, seja garantido a todas as crianças e jovens o direito à educação de qualidade. O movimento estabelece também metas intermediárias de aprendizado.

Pelos critérios do movimento, apesar de ter apresentado nacionalmente um aumento no percentual de estudantes com aprendizado adequado, o país cumpriu apenas a meta estipulada para o português no 5º ano do ensino fundamental. A meta para a matemática no 3º ano era que 40,6% tivessem o aprendizado adequado.

 

De acordo com a definição do Todos pela Educação, o aprendizado adequado de matemática no ensino médio significa que os estudantes tiraram pelo menos 350 no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Isso os coloca no nível 5 de 10. São estudantes que conseguem pelo menos resolver equações, determinar a semelhança entre imagens e calcular, por exemplo, a divisão do lucro em relação a dois investimentos iniciais diferentes. "É o mínimo adequado", diz Priscila

Categoria pai: Seção - Blog

CRÍTICA

/SUBTITULO

TITULOVítima de excessos visuais, 'Dois Irmãos' é banquete indigesto/TITULO

// BEGIN /BEGIN TEXTO

SILAS MARTÍ

DE SÃO PAULO

DATA14/01/2017/DATA HORA02h25/HORA

noindexPRINT:EXCLUDE

Compartilhar1,6 mil

<div class="buttons"></div>

 

 

 

Mais opções

/PRINT:EXCLUDEnoindex

noindexPRINT:EXCLUDE ad-180x150-1

PUBLICIDADE

 

/ad-180x150-1 /PRINT:EXCLUDE/noindex

"Dois Irmãos" é exuberante -e isso é bom e péssimo. Está no fio da navalha entre a glória e um banquete indigesto.

É inegável o talento de Luiz Fernando Carvalho para arquitetar universos visuais transbordantes, de cores saturadas e floreios cênicos. Mas sua adaptação do romance de Milton Hatoum para as telas deixa a impressão que o diretor se tornou vítima de seus próprios excessos.

Sua inclinação para a hipérbole em cada fotograma afoga a trama nos primeiros episódios da série. É um martírio atravessar as cenas ultracoreografadas, de gestual exagerado, quase operístico, que estabelece as bases da saga dos gêmeos Omar e Yaqub.

 

Divulgação

 

 

Bárbara Evans em cena da minissérie 'Dois Irmãos'

Não há silêncios, sutilezas. Os personagens vivem das lágrimas às gargalhadas. Tudo é estridente -da trilha sonora que convoca toda uma orquestra para pontuar cada diálogo às cores berrantes dos cenários e do figurino.

Sequências dispensáveis, como o flashback que mostra como Halim e Zana se apaixonaram, engrossam o caldo tóxico de clichês e tornam ainda mais arrastados os momentos iniciais da trama.

Em sua primeira metade, "Dois Irmãos" mostra como Carvalho, filmando um roteiro de Maria Camargo, pôs o efeito plástico acima dos ossos da narrativa, sacrificando ritmo e estrutura. É como se do livro original vazassem para a tela só os adjetivos.

Nesse sentido, as estratégias visuais do diretor lembram as de cineastas como Baz Luhrmann, Wes Anderson ou Wong Kar Wai, que alicerçam suas narrativas no impacto visual, mas às vezes põem em risco a trama -caso de Luhrmann, que conseguiu asfixiar "O Grande Gatsby" com uma bela echarpe de seda.

Não que não haja beleza em "Dois Irmãos". Ela existe, talvez até em excesso, a começar pelo elenco -Cauã Raymond em dose dupla, Juliana Paes e seus olhos. E se torna magnética na direção de arte, das taças de cristal dos rega-bofes amazônicos aos papéis de parede, vestidos, vitrolas, azulejos, automóveis e chapelões.

Na superfície, sequências como a de uma festa de Carnaval ou o quebra-quebra detonado por Omar na boate Acapulco enchem os olhos, valendo como um espetáculo visual independente da narrativa. Vista como um catálogo de estilos vintage e móveis retrô, a minissérie é um desbunde.

Mas ela só avança enquanto narrativa depois da passagem de tempo que marca a troca de elenco, quando Paes cede o papel de matriarca para uma ótima Eliane Giardini e Raymond calça os sapatos do bom -e animalesco- estreante Matheus Abreu. É como se o avançar dos anos injetasse mais adrenalina no enredo.

Talvez na segunda metade da trama, que vai ao ar na semana que vem, os verbos passem para o primeiro plano, no lugar de adjetivos indecorosos.

DOIS IRMÃOS 

QUANDO na Globo, de seg. a sex., às 22h15

Categoria pai: Seção - Blog

Papo de Professora

Número 8

Caros colegas, escolhi uma aula em que li com meus alunos o texto do grande cronista Paulo Mendes Campos, no livro As Eternas Coincidências, reproduzido em CAMPOS, Paulo Mendes e VEIGA, José J. Coleção Literatura em Minha Casa - Crônica e Conto FNDE, MEC, Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003. pp 12-13.

Para falar sobre intertextualidade.

O texto se abre com:

“E o Senhor disse:

Agora criarei o mais estranho de todos os países. E ele será

verde-amarelo...”

__ O que nos lembra essa introdução?

__ Nos lembra a Bíblia.

__ E essa expressão “no concerto das nações pelo nome de Brasil”. O que é “concerto”?

__ Vejam que essa palavrinha também pode ser um espetáculo feito por uma orquestra. Mas aqui, “concerto das nações” quer dizer conjunto das nações. Também existe a palavra “conserto” que é do verbo “consertar”.

O autor nos diz também que o país Brasil nunca saberá o motivo de seu nome.

__ O nome Brasil nos lembra uma outra palavra, uma palavra que conhecemos. Que palavra é essa?

__ Não sei não, professora.

__ Falem comigo: Bras... Lembra alguma palavra?

__ Silêncio.

 

Os alunos continuam silenciosos.

 

__ Se a gente puser fogo em um pedaço de madeira, o que vamos ter?

__ Cinzas!

__ Muito bem, vamos ter cinzas, o que mais? O que vai sobrar da madeira, que será quente e vermelho como a chama? Vocês já viram uma churrasqueira depois que o fogo está quase apagando? O que vocês veem na churrasqueira que começa com a sílaba “bras”?

__ É brasa professora!

__ E por que o nome do Brasil lembra a palavra “brasa”?

__ Silêncio.

__ Esse nome vem de pau brasil. O que é pau brasil?

__ Silêncio.

__ Vocês se lembram quem foram os colonizadores do Brasil? Quem saiu da Europa e chegou ao Brasil pela primeira vez?

__ Os portugueses professora, foi Pedro Álvares Cabral.

__ Muito bem, quando os portugueses chegaram pela primeira vez ao Brasil, no ano de 1500, século 16, encontraram aqui uma árvore com um tronco vermelho por dentro. Começaram a vender essa madeira para os países europeus produzirem uma tintura avermelhada. Por causa da cor de brasas, a árvore foi chamada pau brasil e durante muitos anos foi o principal produto de nosso país.

Vamos voltar ao texto:

“E erguerei do barro um poeta que dirá: ‘O Brasil é uma república federativa com muitas árvores e gente dizendo adeus.”

__ Por que o autor fala, repetindo a voz de Deus: “erguerei do barro?”

__ Porque Deus criou o homem do barro.

__ O autor também faz referência a um poeta. O que disse o poeta?

__ “O Brasil é uma república federativa com muitas árvores e gente dizendo adeus.”

__ O que é uma república federativa? Onde está escrito que o Brasil é uma república federativa?

__ Silêncio.

__ O Brasil é uma república federativa porque é a reunião de 26 estados e o Distrito Federal, onde nós moramos. O nome completo de nosso país é República Federativa do Brasil, esse nome está escrito na Constituição do Brasil. Escrevam aí, Constituição do Brasil, para depois vocês pesquisarem no Google. No texto, o autor fala de um poeta, quem será esse poeta? Também não sei, vamos descobrir.

O poeta é Oswald de Andrade.

 

 

__ Eu sei professora, eu estudei sobre ele na minha aula de artes. Ele é do Modernismo.

__ Muito bem. Ele foi casado com a pintora Tarsila do Amaral. Ambos são importantes na Semana de Arte Moderna de 1922, no começo do século 20.

Voltando ao texto, vamos ler:

“E o Brasil viverá do improviso, que não é o vento do espírito, mas a mesma força que dormia no caos, antes que a Terra fosse criada.”

__ Improviso é uma coisa que é feita sem planejamento. Vejam que ele volta a falar da criação do mundo na Bíblia.

E ele continua:

“E darei a esse povo um rei português, ocioso, gordo, incapaz, e grande comedor de frangos, mas que irá criar as primeiras coisas importantes...”

__ Vocês sabem quem foi esse rei? Esse rei foi Dom João VI. Os autores falam dele como um homem gordo, que gostava do Brasil e de comer frangos. Ele criou coisas importantes no nosso país, como a Biblioteca Nacional e o Jardim Botânico, ambos no Rio de Janeiro.

Vamos ler essa trecho agora:

“E ao filho desse rei caberão duas missões: primeiro inventar a juventude transviada; segundo, separar Portugal do Brasil.”

__ Já ouviram falar de juventude transviada? Essa expressão era muito comum quando o autor escreveu a crônica e lembra que a juventude rompe com valores das gerações mais velhas. A juventude costuma ser rebelde. Quem separou o Brasil de Portugal?

__ Foi Dom Pedro I.

__ Isso, que era filho de Dom João VI. O nosso autor fala de mais um rei que escreveu sonetos ruins e estudava as línguas mortas. O que são línguas mortas?

__ São línguas que não são mais faladas.

__ Muito bem, não são falados, mas deram origem a outras línguas. Por exemplo o grego e o latim, que já vimos aqui. Vejam que o cronista Paulo Mendes Campos faz ainda referência a um outro vulto de nossa história.

“Então em uma transparente manhã de novembro, criarei de repente a república federativa, com muitas árvores e gente dizendo adeus... um soldado triste bradará: ‘Viva a República!’ E a república será vivada.”

__ O que ele quis dizer com “E a república será vivada”?

__ Quer dizer que a república vai ter vida.

__ Vamos lembrar então que a república foi proclamada em 1889, no finalzinho do século?

__ Século 19 professora.

__ O autor fala em um soldado triste. Esse soldado foi o Marechal Deodoro da Fonseca, que proclamou a república. O Brasil deixou de ser uma monarquia com Rei Dom Pedro II e passou a ser uma república.

__ Gostei do trecho onde o cronista diz: “Então criarei a Copa do Mundo...”

__ Quem se lembra da Copa do Mundo?

__ Não foi quando a gente perdeu de 7x1 professora?

__ Foi sim, pra quem o Brasil perdeu?

__ Silêncio.

__ Foi para um país europeu chamado Alemanha. Agora vamos ao nosso mapa para localizar Portugal e ver o caminho de Pedro Álvarez Cabral de lá até o Brasil. Vamos ver também a Alemanha no continente europeu.

Vejam como nessa aula foi possível trabalhar muitas intertextualidades, principalmente com História e Geografia.

 

Brasília, janeiro de 2017.

Categoria pai: Seção - Blog

Uma palavra depois da outra


Crônicas para divulgação científica

Em 07 de Dezembro de 2016, chegamos a 3736  downloads deste livro. 


:: Baixar o e-book para ler em seu Macintosh ou iPad
:: Baixar PDF


Novos Livros

Perfil

Nasci no remoto ano de 1945, em São Lourenço, encantadora estação de águas no sul de Minas, aonde Manuel Bandeira e outros doentes iam veranear em busca dos bons ares e águas minerais, que lhes pudessem restituir a saúde.

Leia Mais

Publicações

Do Campo para a cidade

Acesse:

 

Pesquisar