A Brasília que não lê

Quem são esses brasileiros analfabetos residentes no DF?

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Sotaque brasiliense (Revista Humanidades, UnB , abril 2017

 

A também professora e pesquisadora da UnB Stella Maris Bortoni publicou em 2010 o livro “O falar candango”. Na obra, ela e outros estudiosos debatem os dialetos e sotaques da capital. De acordo com a apresentação feita pela professora, Brasília ainda é uma cidade “criança, no máximo adolescente” e está em busca de uma identidade. O modo de falar, segundo ela, seria uma das principais marcas a serem delimitadas.

 

Alunos da UnB conversando no Instituto de Central de Ciências do Campus Darcy Ribeiro (Foto: Emília Silberstein/Agência UnB)

O livro mostra que os modos de falar observados em Brasília não absorvem, nem conservam estereótipos dos sotaques de outras regiões. “Podemos dizer que em Brasília os estereótipos dialetais são limitados e não se perpetuam. O brasiliense não adota qualquer grupo regional como um grupo de referência, cuja fala queira imitar. No português falado em Brasília todos os falares regionais têm guarida, mas não proliferam as tipicidades a eles relacionadas.”

Para Stella, ainda que brasileiros das cinco regiões estejam em contínua convivência na capital, não há marcas na fala dos nativos ou “candangos” (aqueles que vieram de fora para trabalhar na construção da capital) que possam determinar exatamente a região de origem. Mineiros, cariocas e gaúchos perdem os estereótipos dos sotaques em Brasília. Os chiados e os S ou R arrastados são amenizados, de acordo com o estudo. De fato, a fala da capital seria mais próxima da linguagem falada pelos âncoras dos telejornais.

 

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Nasci no remoto ano de 1945, em São Lourenço, encantadora estação de águas no sul de Minas, aonde Manuel Bandeira e outros doentes iam veranear em busca dos bons ares e águas minerais, que lhes pudessem restituir a saúde.

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