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Boletim informativo de Jaime Pinsky
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Olá Stella Maris Bortoni-Ricardo,

Para o mês de dezembro: um artigo sobre história natural e história social.
 

Somos todos agentes da História

Por Jaime Pinsky, historiador e editor, doutor e livre docente da USP, professor titular da Unicamp.

Seres humanos têm história. A natureza também tem. A diferença é que quando nos referimos ao que aconteceu com as rochas, os vulcões, os rios e os oceanos falamos de história natural; e chamamos de história social quando falamos daquilo que se passou com o ser humano vivendo em sociedade. Por consequência, nada relativo ao comportamento humano é natural, como frequentemente qualificamos atitudes que nos parecem comuns, esperadas. A rigor, deveríamos utilizar a expressão “é social” em vez de “é natural”: a maior parte dos nossos comportamentos decorrem de nossa vivência, de nossa relação com outros membros da sociedade em que vivemos, não são atitudes determinadas pela natureza. Sociedades diferentes induzem comportamentos diferentes. Um terremoto é natural. A água descer da montanha e formar riachos é natural. A prática religiosa é social. A hierarquia, a existência de pobres e ricos, de poderosos e humildes é social.

É verdade que existe uma fronteira ainda não estabelecida com clareza entre o que é determinação biológica e o que é fruto de aprendizagem. Certas habilidades, alguns tipos de inteligência, comportamentos como a agressividade, por exemplo. Esse assunto ainda não foi resolvido pela ciência pois, convenhamos, é muito difícil realizar experiências com gente (mesmo porque a humanidade não quer voltar a monstruosidades como as perpetradas pelo monstro nazista  Dr. Mengele). De qualquer forma, não há dúvida de que comportamento e valores são diferentes em diferentes sociedades e mesmo o correto e o incorreto, o legal e o ilegal variam em diferentes agrupamentos humanos em diferentes espaços e tempos.

Em Atenas, durante o período clássico, era socialmente aceitável certas práticas homossexuais, particularmente quando realizadas por homens mais velhos com garotos na puberdade ou recém saídos dela. Vinte e cinco séculos depois muitas sociedades modernas condenavam e até puniam qualquer manifestação de homoafetividade. Por outro lado em Atenas grande parte da população não tinha direitos políticos. Escravos, estrangeiros e mulheres em geral não tinham direito de voz ou voto na Ágora, onde se praticava a democracia direta e cada cidadão (desde que não fosse criança, mulher, escravo ou estrangeiro) defendia pessoalmente seus interesses e pontos de vista. Nas sociedades modernas todos os adultos são considerados cidadãos, não só uma elite como em Atenas. A cidadania em Atenas era menos inclusiva do que nos países democráticos atuais? Era diferente. O conceito de cidadania, assim como sua prática, é fruto de sua época. Com isso em mente fica mais fácil incorporar a ideia da historicidade dos conceitos e das práticas históricas. Que, não custa repetir, não são naturais. São sociais.

Quando Simone de Beauvoir diz que ninguém nasce mulher, mas se torna mulher, é claro que ela não está se referindo à existência, ou não, de uma vagina, de seios, de barba ou pênis. Ela não está falando de biologia, mas de sociedade. Não pensa em história natural, mas em história social. A mulher (biologicamente falando), ao longo de sua vida, de seus relacionamentos sociais, dos papeis que desempenha transforma-se em mulher (historicamente falando). Da mesma forma, é claro, acontece com o homem. Somos todos determinados socialmente.

Aqui podemos entrar em questões muito delicadas. Se um garoto vive em uma favela (perdão, uma comunidade) onde o Estado praticamente não chega (nem com benefícios, nem com repressão) e acaba sendo cooptado pelo tráfico, tornando-se um bandido, teria sido ele determinado socialmente, não lhe cabendo nenhuma responsabilidade individual pelas suas ações, consideradas crimes pelo Estado? Se um camarada é empresário em uma área em que a propina se tornou um caminho histórico para a prestação de serviços ao Governo e se sua empresa não pode sobreviver sem serviços prestados ao Governo ou às estatais, terá ele um habeas corpus preventivo, um perdão antecipado, uma vez que ele precisa viabilizar sua empresa, pagar seus funcionários?

Se um político faz parte de um partido que apregoa-se preocupar com a desigualdade social no país e sabe que será necessário muito dinheiro para eleger deputados e senadores, o fato de ele aceitar dinheiro de campanha de grandes empresários em troca de favores será um mal, ou um serviço à Nação?

Estes são falsos problemas. Temos nossa história, mas não perdemos abrir mão das escolhas individuais. Cabe-nos usar o livre arbítrio. Não podemos reproduzir aquilo que a ética condena e que é danoso para o conjunto do tecido social. E a Lava Jato está explicando isso muito bem a quem ainda não entendeu.

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1.        Marina Colasanti completa 80 anos e acumula livros e prêmios

A      autora. Marina Colasanti escreve livros para todas as idades Foto: Fabio Motta/Estadão

 Nahima Maciel

Marina Colasanti comemorou os 80 anos com um grande jantar oferecido para familiares e amigos, em 26 de setembro, mas não encerrou as celebrações no dia do aniversário. Na verdade, desde o início do ano, a escritora comemora a data redonda. Em 2017, ela lançou dois livros — Quando a primavera chegar, coletânea de contos com ilustrações próprias, e Tudo tem princípio e fim, com poesias para crianças — e foi agraciada com o XIII Prêmio Ibero-Americano SM de Literatura Infantil e Juvenil. No início do ano, Marina recebeu a notícia de que está na lista de 33 autores do mundo inteiro indicados para receber o Prêmio Hans Christian Andersen. Organizada pela International Board on Books for Young People (IBBY), a premiação é a mais importante na cena internacional da literatura infanto-juvenil e será entregue ao vencedor em março de 2018.

 

Para 2018, aliás, Marina tem muitos planos. Um livro de poesias para adultos e outro para crianças, com ilustrações do artista Rubem Grilo, estão perto de ir para o prelo. Fazer 80 anos, lembra a autora, não é algo que acontece de repente. “A gente vai avançando na vida e, de repente, chega a um ponto que, por convenções e por questões físicas, é um marco, mas o pensamento vem amadurecendo ao longo do caminho”, explica. 

 

A autora acredita que se fala pouco na morte e no envelhecimento nos dias de hoje, principalmente quando se trata de jovens e crianças. Há mais celebração da vida em forma de festa do que dos aspectos finitos que ela compreende. E isso pode ser um problema. “Essa vida em que tudo tem que ser realizado, em que estão o tempo inteiro dizendo que você tem que realizar seus sonhos, essa vida afastou os jovens, e sobretudo as crianças e adolescentes, da realidade inalterável que é a morte, o adoecimento, o problema, o impedimento, a guerra”, diz. “A compreensão e aceitação do sofrimento não é a negação. A aceitação é a vida. Porque faz parte.”

 

Marina teve conhecimento da morte e do sofrimento muito cedo. Filha de italianos nascida na Eriteia, morou em Trípoli (Líbia) quando criança e passou parte da infância na Itália, num momento de pós-guerra em que havia escassez de quase tudo. Quando veio para o Brasil, em 1948, aos 11 anos, se espantou com algumas coisas, como a abundância de comida e seu desperdício. Foi como jornalista, nos anos 1960, que deu os primeiros passos como escritora.

 

Das crônicas e contos publicados no Jornal do Brasil e na revista Nova às histórias infanto-juvenis e de poesia, a literatura se instalou e rendeu mais de 70 livros. Marina já ganhou prêmios como o Jabuti (seis, no total), o Portugal Telecom (hoje Oceanos), o Origenes Lessa (três) e outros que fazem parte de uma lista de 44 premiações. Aos 80 anos, casada com o também escritor Affonso Romano de Sant’Anna, a autora não mede palavras para falar da qualidade da produção literária para jovens no Brasil. Abaixo, ela analisa as modas literárias, fala sobre o exercício profissional da escrita, a importância de saber observar e critica a maneira festiva como as crianças e adolescentes são educados nos dias de hoje.

 

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Estudantes do ensino médio que buscam uma vaga na Universidade de Brasília (UnB) prestam a prova hoje, às 13h. Metrô-DF recomenda que quem for usar o transporte chegue às 9 estações que estarão abertas com duas horas de antecedência

 

 

 

 postado em 03/12/2017 08:00 / atualizado em 02/12/2017 21:04

 Mariana Niederauer

 

 
Mais de 50 mil estudantes inscritos no Programa de Avaliação Seriada (PAS) farão hoje as provas da seleção para a Universidade de Brasília (UnB). Segundo o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), 53.794 candidatos se inscreveram nas três etapas do processo. Os candidatos do 3º ano do ensino médio concorrem a 4.222 vagas — 2.112 para o primeiro semestre e 2.110 para o segundo.
 
 
De acordo com o edital, os estudantes precisam chegar aos locais de provas uma hora antes, ou seja, às 12h. Os portões se fecham às 13h, horário de início do exame, que tem cinco horas de duração. Quem precisar usar o metrô deve ficar atento ao funcionamento, já que os funcionários da companhia estão em greve. Devem circular apenas três trens ao longo do dia e nove estações estarão abertas. São elas: Central, Shopping, Guará, Águas Claras, Relógio, Ceilândia Centro, Terminal Ceilândia, Furnas e Terminal Samambaia.
 
A recomendação é de que os passageiros antecipem em duas horas a programação de deslocamento aos locais de prova. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) para hoje é de chuvas esparsas, semelhante ao tempo de ontem. 
 
“O fundamental nesse momento de prova é lembrar das regras do processo. Elas lembram as do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que ocorreu há pouco tempo, mas há algumas diferenças”, observa o professor de sociologia Bruno Borges, coordenador do Serviço de Orientação ao Vestibulando (SOV) do Leonardo da Vinci.
 
Uma delas é o rigor com os alimentos levados. Eles devem estar, impreterivelmente, em embalagens transparentes, inclusive a água. É obrigatória ainda a apresentação de documento original com foto, cartão de confirmação e levar caneta de tinta preta fabricada em material transparente.
 
A gestão do tempo de prova também muda. O ideal é que os candidatos gastem pouco mais dois minutos e meio por questão. Estudantes que prestam a prova da primeira etapa terão de responder a 100 itens. Os da segunda etapa, 110; e os da terceira, 120. Como não é permitido usar relógio, Bruno orienta que o aluno use como referencial o número de questões resolvidas a cada etiqueta de horário retirada pelo fiscal — o ideal é que esse número varie de 13 a 14 respostas, lembrando que um item errado anula um certo.
 
Um número muito distante disso, para mais ou para menos, indica que o nervosismo pode estar afetando a resolução e que o aluno deve tentar se acalmar para alcançar um desempenho melhor, sugere o professor. Além disso, é importante reservar cerca de uma hora para escrever a redação.
 

Prazos

 
Depois de terminar a prova, o estudante já deve ter em mente os próximos prazos da seleção. Na quarta-feira, saem os gabaritos preliminares e, nos dois dias seguintes, o Cebraspe receberá recursos contra as respostas. “Os candidatos precisam ficar atentos, pois é um período muito curto para entrada com recursos”, observa Bruno Borges.
 
Ele sugere que os estudantes fiquem de olho nos gabaritos extraoficiais liberados por seus cursinhos e colégios. Dessa forma, poderão ter argumentos para as contestações dos itens na fase recursal.
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Há poucos dias fiz uma crítica à novela “Do  outro lado do paraíso” .

Algumas pessoas que não acompanham a novela me perguntaram por quê . A trama da novela gira em torno de uma moça, de Palmas, TO,  que é maltratada e roubada por muitas pessoas, especialmente  a sua sogra.  Agora parece que ela vai se empoderar e se vingar dos que  lhe fizeram tanto mal.  Nas novelas de Walcyr Carrasco geralmente há um  ‘ turning point’ de grandes mudanças.  Creio que esse momento está próximo

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e.d.green_lse.ac.ukDrawing on citation data that spans disciplines and time periods, Elliott Green has identified the most cited publications in the social sciences. Here he shares his findings on the 25 most cited books as well as the top ten journal articles. The sheer number of citations for these top cited publications is worth noting as is the fact that no one discipline dominates over the others in the top 20, with the top six books all from different disciplines.

There has been an increasing focus on citations as a measure of academic productivity in recent years, in part due to the increased ease of access to data from Google Scholar since it was launched in 2004. While there has thus been a large amount of interest in how scholars can obtain higher numbers of citations, there has been comparatively little attention to examining what publications actually obtain huge citation counts. There has been one study from Nature in 2014 of the top 100 most cited publications using data from Google Scholar, which included papers across all academic disciplines. Due to higher citation counts in the natural sciences, the list thus included very few publications from the social sciences (with only one spot in the top ten), of which a large number were actually methodology textbooks.

As such it is worth constructing a similar list, but just for the social sciences. I used Google Scholar to create a list of all publications which drew more than 20,000 citations, which I sub-divided into books and journal articles due to the fact that some disciplines tend to publish more in one format than the other, as well as methodology publications (including econometrics and statistics as well as qualitative methodology) due to the fact that methodology publications tend to be cited as if they were textbooks and can thus attract much higher citation counts than other publications.

publicationsImage credit: Archives New Zealand (CC BY-SA)

I included the following disciplines in my list: Anthropology, Economics, Education, Geography, Linguistics, Management, Philosophy, Political Science and Psychology. I thus excluded publications from both the humanities and the natural sciences, which in some borderline cases meant that I had to decide whether a publication belonged in the list due to its subject matter. In such cases I tended to decide based on the author’s degrees and/or professional title in order to maintain some degree of objectivity: thus I included Judith Butler’s Gender Trouble (1990) as she has a PhD in philosophy despite holding a professorship in a Literature department, but I did not include Homi Bhabha’s The Location of Culture (1994) as his PhD is in English literature. On the natural sciences side I similarly chose to exclude Lofti Zadeh’s 1965 article “Fuzzy Sets” despite its use in the social sciences as Zadeh holds a PhD in Engineering. In cases of books with multiple volumes such as Karl Marx’s Kapital I combined the citations for all volumes, and I confronted the problem of works published in multiple languages by only including citations of English-language editions for publications initially published in English, and citations of both the original language and English-language editions for works published initially in other languages. (In all but one cases this algorithm captured the two highest amounts of citations for foreign language publications. The one exception was Paulo Freire’s Pedagogy of the Oppressed (1968), whose Spanish-language edition has more citations than its original Portuguese-language edition.)

I begin with the list of the top 25 most published books in Table 1. Several things are immediately apparent. First is the sheer number of citations for the most-cited books: the most cited book, Thomas Kuhn’s book The Structure of Scientific Revolutions, has more citations that the entire body of work of such noted social scientists as John Stuart Mill (74,807 citations), Daniel Dennett (67,625), Avinash Dixit (61,112) or Steven Pinker (58,574). Secondly, no one discipline dominates over the others in the top 20, with the top six books all from different disciplines. However, if we expand our analysis to the top 50 books, as seen in Figure 1, economics dominates over other disciplines, followed by sociology and psychology. In contrast geography is totally absent from the list, with its highest-cited book, David Harvey’s The Condition of Postmodernity (1989), coming in at 65th on the list, and no other book in anthropology has more than 20,000 citations other than Clifford Geertz’s The Interpretation of Cultures (1973).

Table 1: The 25 most cited books in the social sciences

citations table 1* Single-volume books originally published in a foreign language are listed twice, with the English-language edition listed second.

citations figure 1

Third, there is a distinct inverted-U shape curve to the date of publication, with books published between 1960 and the early 1990s dominating over both older and newer books. In Figure 2 I plot the distribution of date of publication by decade for books in the top 50, which shows that the 1980s and 1990s dominate over other decades. The only books in the top 50 published within the last 20 years are Robert Putnam’s Bowling Alone (2001), Amartya Sen’s Development as Freedom (1999) and Etienne Wenger’s Communities of Practice (1999); on the other end the only two books published more than a century ago are Adam Smith’s The Wealth of Nations (1776) and Karl Marx’s Das Kapital (published initially in German between 1867 and 1894).

citations figure 2

Indeed, given the strong trend towards recent publications it is useful just to examine the top ten most cited books published before 1950, which I list in Table 2. As in the top 50 economics dominates over other disciplines, with six of the top seven spots; in contrast there are no books published in anthropology, geography, linguistics, management, or political science before 1950 with more than 20,000 citations.

Table 2: The 10 most cited books in the social sciences published before 1950

citations table 2* Books originally published in a foreign language are listed twice, with the English-language edition listed second.

It is useful to compare the list in Table 1 to a list of the top 10 most cited methodology books, which can be found in Table 3. As expected, the numbers of citations are incredibly high, such that merging Tables 1 and 3 would result in methodology books taking up half of the top 10. Another point to note here is the much better representation of female authors in Table 3, where three books have at least one female co-author and one, Using Multivariate Analysis (1989), is authored by two women. In contrast the highest non-methodology ranked book authored or co-authored by a woman is Stress, Appraisal and Coping (1989) by Richard Lazarus and Susan Folkman at #19, followed by Judith Butler’s Gender Trouble at #27.

Table 3: The 10 most cited methodology books in the social sciences

citations table 3

Another useful exercise is to compare the top ten books in Table 1 to the second-most cited books by the same authors as a measure of consistency. One would expect the ratio to start relatively high and then decline if the gap in citations between the second-most cited books was smaller than for the most-cited books, and indeed as expected the first three authors in based on the raking in Table 1, Thomas Kuhn, Everett Rogers and Paulo Freire, all have higher ratios than the last four on the list. However, the clear outlier here is Benedict Anderson, whose second-most cited publication, his 1998 book The Spectre of Comparisons, has only 979 citations, for a ratio of 68.6 to 1. One point to observe about Anderson’s Imagined Communities is that, like some other books on the list, many if not most of its citations tend to be references to its title (i.e., that nations are “imagined communities”) rather than anything actually inside the book, leading one author to write about Imagined Communities that “rarely has a critical best-seller been so popular and so ignored at the same time.”

Figure 3: Ratio of most-cited publication to second-most-cited publication for authors among the top-10 most cited books in the social sciences

citations figure 3

Table 4: The 10 most cited journal articles in the social sciences (excluding methodology articles)

citations table 4

Finally, I examine in Table 4 the top 10 most cited journal articles, excluding methodological articles. (If such articles were included they would occupy three of the top six spots, starting with E. Kaplan and P. Meier’s 1958 article “Nonparametric Estimation from Incomplete Observations” from the Journal of the American Statistical Association.) Here the list is dominated by economics and psychology, with four publications each; in contrast the top ranked article in political science is R. Axelrod and WD Hamilton’s 1981 article “The Evolution of Cooperation” in Science at #22, with no articles from anthropology, education, geography or linguistics with more than 20,000 citations. Another thing to note is the relatively low numbers compared to Table 1, where there are seventeen publications with more than 40,000 citations compared to only four journal articles.

Note: This article gives the views of the author, and not the position of the LSE Impact blog, nor of the London School of Economics. Please review our Comments Policy if you have any concerns on posting a comment below.

About the Author

Elliott Green is Associate Professor of Development Studies in the Department of International Development at the LSE.  His research on ethnic politics, decentralization and development in Sub-Saharan Africa has been published recently in such journals as Comparative PoliticsEconomic Development and Cultural Change and International Studies Quarterly, among others.

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Em 05 de Dezembro de 2017, chegamos a 5159downloads deste livro. 


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Nasci no remoto ano de 1945, em São Lourenço, encantadora estação de águas no sul de Minas, aonde Manuel Bandeira e outros doentes iam veranear em busca dos bons ares e águas minerais, que lhes pudessem restituir a saúde.

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